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José Calixto: “Por uma tipologia do voto em São Paulo ou Haddad é a melhor escolha”

setembro 21, 2012

1. Voto nulo, vamos ocupar a praça: a sensação é geral de que não existe projeto político em pauta capaz de transformar radicalmente a situação social, a ponto de superar seu estágio de classes. Nenhum dos candidatos fala em socialização dos meios de produção, nem de fim da propriedade privada, nem fim da dominação do homem pelo homem. Ficou tudo atrás de um discurso contraditório de cuidar dos miseráveis e diminuir, mas não muito, as diferenças. Assim, o voto nulo ganha força ao modo de uma consciência de classe que se revolta e diz um “não” radical. No entanto este voto não radicaliza na prática se não envolver a militância e atuação política em outras esferas, afinal, o voto nulo anula, no limite, o próprio ato político. Por isso antes de chamar voto nulo o mais correto seria chamar: ocupem as praças contra o capital.

2. Voto ideológico de direita e de esquerda: a descrença geral, no entanto, se faz ver às avessas no apego aos elementos de identificação primária: principio do prazer.  Leia mais

 

 

 

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